quinta-feira, 15 de abril de 2010

Ana Carolina faz show no Rio

Cantora leva sucessos à Via Show nesta terça (9)

Nesta terça (9), a cantora Ana Carolina irá entoar canções como Quem de Nós Dois, Garganta, Elevador e Nada Pra Mim no palco da Via Show, no Rio de Janeiro.

Ela, que completou dez anos de carreira em 2009, acaba de lançar o DVD Multishow Registro - N9ve + Um, composto apenas de parcerias.

Entre os convidados do registro, estão John Legend (Entreolhares), Esperanza Spalding (Traição), Gilberto Gil (Torpedo), Seu Jorge (Tá Rindo, É?) e Zizi Possi (Ruas de Outono).

SERVIÇO
Ana Carolina
Endereço: Via Show – via Dutra (sentido São Paulo), km 167, Rio de Janeiro (RJ) - (21) 3343-8500
Horário: terça (9), às 22h
Preço: R$ 40 a R$ 800 (camarote para 10 pessoas)

Fonte: R7

segunda-feira, 8 de março de 2010

Shows de Ana Carolina representam conquista para organizadores

Luanda – A responsável da Step Model, Karina Barbosa, considerou que a realização de dois espectáculos no país da cantora brasileira Ana Carolina representou uma grande conquista, quer dos organizadores como no público em geral, dada a qualidade musical desta artista.

Em declarações à Angop, Karina Barbosa, a co-produtora dos referidos shows, revelou que a sua instituição e a produtora PuroMix há muito procuravam formas de trazer esta cantora brasileira em Angola, o que veio acontecer somente agora.

“Ana Carolina é uma grande referência no musicol brasileiro, pelo que é de louvar o apoio da Unitel para que se conseguisse proporcionar ao público angolano dois maravilhosos shows”, asseverou.

A Step Model, segundo a responsável, vai continuar a apostar no entretenimento em geral, quer seja na moda, na música, na televisão como no multimédia para dar aos angolanos bons momentos de recreação.

“Vamos oferecer ao público opções diferentes de entretenimento, como continuar divulgar e empurrar a moda angolana. Este ano, por exemplo, já no dia 14 deste mês, o estilista angolano Tekassala vai representar o país no Moda Lisboa. Isto é uma grande vitória para a moda angolana”, apontou.

Ana Carolina exibiu todo o seu talento musical durante dois shows em Luanda, sendo que primeiro ocorreu na Casa 70, quinta-feira e contou com a presença do Presidente da República, José Eduardo dos Santos e da primeira dama de Angola, Ana Paula dos Santos.

O segundo dia do espectáculo aconteceu sábado à noite no Cine Atlântico e o público vibrou bastante ante a voz contagiante de Ana Carolina.

Fonte: AngolaPress

Juventude interage com cantora brasileira no Cine Atlântico

Luanda - O espectáculo da cantora brasileira Ana Carolina realizado na noite deste sábado, no Cine Atlântico, em Luanda, ficou marcado pela emoção e e complicidade entre a artista e as centenas de fãs que se deslocaram ao local.


“Quem de nós dois”, “Rosa”, “ Tempestade”, “ Nua” e “Garganta” faziram parte do conjunto de composições que obrigaram o público a ficar de pé, várias vezes, para vibrar e manifestar o seu interesse pelo trabalho da cantora.

Iniciado às 21h15 minutos, o show começou com aplausos em tudo quanto era canto do cine, fruto do ritmo forte dos instrumentos musicais escolhidos à preceito e da contagiante voz da cantora brasileira.

“Cada vez que eu fujo eu me aproximo mais”, “ Tive você na mão” e “ Não sei parar de te Olhar” integraram as várias frases repetidas pelos presentes. O espectáculo de luz que se divisava do palco ajudou ainda mais a colorir o evento.

Ainda estando no palco, quando os relógios marcavam 22h30 minutos, Ana Carolina manifestou a satisfação pela interacção do público.

Fonte: AngolaPress

Palmas e entusiasmo marcaram concertos

O espectáculo da cantora brasileira Ana Carolina, sábado, no Cine Atlântico, ficou marcado pela emoção e a cumplicidade entre a artista e as centenas de fãs que se deslocaram ao local.
“Quem de nós dois”, “Rosa”, “ Tempestade”, “ Nua” e “Garganta” fizeram parte do conjunto de composições que obrigaram o público a levantar-se, várias vezes, para vibrar e manifestar o seu interesse pelo trabalho da cantora.
Com início às 21h15, o concerto começou com palmas oriundas de todos os cantos da sala, fruto do ritmo forte dos instrumentos musicais escolhidos a preceito e da contagiante voz da cantora brasileira.
“Cada vez que eu fujo eu me aproximo mais”, “ Tive você na mão” e “ Não sei parar de te Olhar” fizeram parte do leque de várias frases repetidas pelos presentes. O espectáculo de luz que se divisava do palco ajudou ainda mais a colorir o evento.
Ana Carolina manifestou a sua satisfação pela interacção do público.

Conquista

A responsável da Step Model, Karina Barbosa, considerou que a realização dos dois espectáculos de Ana Carolina significou uma grande conquista, tanto dos organizadores como do público em geral, dada a qualidade musical da artista.
Em declarações à Angop, Karina Barbosa, a co-produtora dos concertos, revelou que a sua instituição e a produtora PuroMix há muito procuravam formas de trazer esta artista brasileira a Angola, o que só agora aconteceu. “Ana Carolina é uma grande referência no panorama musical brasileiro. Portanto, é de louvar o apoio da Unitel para que se conseguisse proporcionar ao público angolano dois maravilhosos concertos”, asseverou.
A Step Model, segundo a responsável, vai continuar a apostar no entretenimento em geral, quer seja na moda, na música, na televisão ou no campo do multimédia, para dar aos angolanos bons momentos de diversão. “Vamos oferecer ao público opções diferentes de entretenimento, como seja continuar a divulgar e empurrar a moda angolana. Este mês, por exemplo, no dia 14, o estilista angolano Tekassala vai representar o país no Moda Lisboa. Isso é uma grande vitória para a moda angolana”, frisou.
Ana Carolina realizou o seu primeiro show na Casa 70, quinta-feira, e contou com a presença do Presidente da República e da primeira-dama de Angola.

Fonte: Jornal de Angola

quinta-feira, 4 de março de 2010

A década é delas!

Se Shakespeare tivesse conhecido Gisele, Ana Maria, Ivete, Beyoncé, Renata, Ana Carolina, Lília, Sandy, Patrícia e Hebe, talvez sua célebre frase ''Fragilidade, teu nome é mulher!'' não existisse. Essas artistas dos palcos, da TV e das passarelas são, antes de mais nada, guerreiras que conquistaram um lugar ao sol com muita garra e determinação. São vitoriosas, eleitas por mais de 360 mil internautas que votaram no site www.contigo.com.br entre janeiro e fevereiro de 2010 e escolheram uma representante de cada ano, de 2000 a 2009, que apresentamos a seguir nesta homenagem da CONTIGO! ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março

2005

Ana Carolina sem pudores



A cantora mais popular do Brasil saiu do armário. E, em 2005, ano em que completou 31 de idade, declarou à revista VEJA: ''Sou bi. E daí?'' Tratou o assunto com coragem e leveza. ''Acho natural gostar de homens e mulheres.'' No começo da carreira, a mineira Ana Carolina já havia lançado quatro CDs desde 1999 - com a marca surpreendente de 1,5 milhão de cópias vendidas, 800 mil delas só em 2005, quando também começou a parceria com Seu Jorge. O disco que gravaram juntos atingiu a vendagem de 125 mil exemplares em apenas duas semanas. Um estouro. Por tudo isso, suas confissões à imprensa ganharam tamanha repercussão. Ela contou que aos 16 anos tomou a decisão de contar para a mãe que se sentia diferente das amigas. ''Fiz isso de supetão. Estávamos falando de um assunto qualquer e eu soltei a confissão, como se não fosse nada. ‘Mãe, eu gosto de homens e de mulheres. Dá para a senhora me passar aquele negócio ali, por favor?’'' A mãe aceitou. O público e os inúmeros fãs de sua voz grave também.

Fonte: Contigo.com

Cantora brasileira Ana Carolina em Angola para dois espectáculos

Luanda - A cantora brasileira Ana Carolina actua hoje na Casa70, em Luanda, no âmbito da sua digressão a Angola, onde tem previsto duas actuações na capital do país.

A artista está no país desde quarta-feira a convite da operadora de telefonia móvel Unitel, para dois espectáculos no âmbito da jornada Março Mulher e vai interpretar 20 temas do seu repertório.

Nos shows, a serem produzidos pela Step Models/Puro Mix/Exception, os fãs da artistas poderão ouvir sucesso como “É isso aí”, “Encostar na tua”, “Quem de nós dois”. “Louca Tempestade”, e outros do seu novo trabalho discográfico intitulado “Nove”, lançado no Brasil em 2009.


Ana Carolina, que completou em 2009 10 anos de carreira, conta com mais de 3 milhões de discos vendidos e uma média de 120 concertos anuais. É uma das mais completas artistas do Brasil, sendo instrumentalista, compositora e cantora.

Com uma “poderosa” voz, aliada a composições delicadas e letras simples e profundas, com um toque de rock’n roll, Ana Carolina alia a sofisticação artística a um forte apelo popular, uma das razões pelas quais já garantiu o seu lugar ao lado dos mais importantes nomes da música brasileira.

Fonte: AngolaPress

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ana Carolina e Ângela Ro Ro dão 'beijinho de esquimó' em show

Cantoras se apresentaram na noite desta quinta-feira, 25, no Rio.

Ana Carolina e Ângela Ro Ro deram um "beijinho de esquimó" na noite desta quinta-feira, 25. Apresentação de Ângela no Teatro Rival, no Centro do Rio, teve a participação de Ana Carolina.



Fonte: Ego

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Na cama com a MPB


Nova série do Canal Brasil vai contar a evolução da sexualidade na música popular brasileira. Primeiro programa vai falar sobre a mulher


“Mulher é feito pudim, geleia ou rocambole (...) vai que é mole! Vai que é mole!” A marchinha de Carnaval cantada por Linda Batista no início de década de 1960 dá uma ideia de como a mulher era vista à época pela sociedade, quando o machismo ainda era encarado de forma natural. Até pelas mulheres. Os versos contrastam com a composição de Ana Carolina, "Cabide", que retrata uma mulher do século XXI, decidida, que sabe o que quer: “Vou arrancar sua blusa e pôr no meu cabide só pra pendurar. Quero ver se você tem atitude e se vai me encarar”.

Esses dois exemplos ilustram como as mudanças de comportamento e a evolução da sexualidade passaram pela música brasileira. É justamente essa evolução – presente nas letras, no comportamento e na imagem de seus personagens – que o pesquisador musical Rodrigo Faour quer mostrar na nova série do Canal Brasil que estreia nesta quarta-feira (24), à meia-noite.

“História Sexual da MPB”, baseada no livro homônimo de Faour, terá, na primeira temporada, seis programas. Mulher (dois programas), sensualidade, duplo sentido, dor de cotovelo e sexualidade transgressora foram os temas escolhidos para esse primeiro lote.

“Há muitas canções polêmicas, que mexeram com a libido dos ouvintes”, afirma Faour. Ele diz que todos tiveram sua parcela de “culpa”, independentemente do gênero ou ‘posição’ dentro da MPB.

Nos dois programas dedicados à mulher, Faour vai mostrar e conversar com aqueles que ajudaram a desvendar a alma feminina em canções que entraram para a história da MPB. Alcione, Ivan Lins, Caetano Veloso e Erasmo Carlos são os convidados. “As cantoras se tornaram símbolos da mulher brasileira”, diz o apresentador, citando nomes como Gal Costa, Rita Lee, Vanusa, Fafá de Belém e Simone.

A série conta com uma lista de convidados extensa. E sem preconceito, assim como deve ser encarada a sexualidade. Gilberto Gil, Wando, Alcione, Tito Madi (bossa nova), João Roberto Kelly (marchinhas), Martinho da Vila, Angela Roro, Jorge Goulart (era do Ráido) e Waleska Popozuda (do funk).

O programa "História Sexual da MPB" será reprisado em dois horários: às sextas-feiras, às 21 horas, e de sexta para sábado, à 4h30 da manhã. Outros sete programas devem ser exibidos no segundo semestre

Fonte: Época.com.br

Angela Ro Ro apresenta Escândalo no Teatro Rival

Sandra de Sá e Ana Carolina dividem o palco com a cantora nesta quarta (23) e quinta (24)

A cantora e compositora Angela Ro Ro faz duas apresentações no Teatro Rival, no Rio, nesta semana. A primeira acontece nesta quarta (24) e terá participação especial de Sandra de Sá, enquanto a segunda, na quinta (25), traz como convidada Ana Carolina.

No espetáculo Escândalo, baseado no talk show homônimo comandado por Angela no Canal Brasil entre 2004 e 2005, ela apresenta o repertório do disco lançado no ano passado. Clássicos como Simples Carinho, Joana Francesa, Senza Fine e Fila de Ex-Mulher estão garantidos no roteiro.

SERVIÇO
Angela Ro Ro
Endereço: Teatro Rival Petrobras – r. Álvaro Alvim, 33/37, Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ) - (21) 2240-4469
Horário: quarta (24) e quinta (25), às 19h30
Preço: R$ 20 a R$ 50

Fonte: R7

"O público é o patrão que resolve a minha vida"


Ana Carolina reúne ídolos no DVD "9 + Um" que celebra os seus dez anos de carreira. John Legend e Esperanza Spalding também lá estão lá

Era um desejo juntar tanto talento num DVD comemorativo ou foi uma ideia que surgiu por acaso?

Completando dez anos de carreira, pensei que queria fazer tudo o que tivesse vontade. Falei para o meu empresário que queria fazer um DVD com várias participações. Disse-lhe que queria cantar com a Maria Bethânia, Gilberto Gil, John Legend, Esperanza Spalding. E correu super bem porque as pessoas aceitaram participar e os encontros foram muito legais. Houve histórias curiosas. O John Legend era um cara que eu não conhecia, nunca tinha feito nada com ele. Aí, rolou um e-mail que dizia que eu era uma cantora brasileira e que adoraria que ele participasse no meu DVD. Mandei uma música e ele não só cantou como fez a letra. Fui para Atlanta e gravei um clip com ele. Maria Bethânia foi a primeira pessoa que me pediu uma música e era muito natural que eu a chamasse para cantar uma canção minha que ela gravou [“Eu que não sei quase nada do mar”]. O Gilberto Gil fez uma parceria chamada “Torpedo” para o disco “Nove” e logicamente chamei-o para cantar. Assim foi com o Luiz Melodia, um cantor que tem muito swing. Chamei a Roberta Sá para fazer “Milhares de sambas”, a Maria Gadu para uma música inédita chamada “Mais que a mim”, a Zizi Possi para cantar “Ruas de Outono”, Ângela Ro Ro para fazer “Homens e mulheres”, Seu Jorge para cantar “Tá rindo, é?” e Antônio Villeroy para cantar um inédito dele, “Heroína e vilã”.

Como é que se sentiu no meio de cantores de gerações tão diferentes?
Luiz Melodia eu escutava com 15, 16 anos... Ser fã e colega é uma honra incrível. Fiquei muito emocionada com estas participações que me deram aval para mais dez anos de carreira.

Quando olha para trás e recorda os tempos de menina em que cantava no cabeleireiro da sua mãe, o que é que pensa que mudou em si?
Aprendi bastante neste tempo, porque perdi um pouquinho a inocência. Percebi que trabalhar na música não é só ter uma boa percepção musical, compor e cantar. Não. É preciso entender o “business” da coisa e aprendi que o sucesso é uma gangorra: de vez em quando ela passa por você, de vez em quando ela sai de você, de vez em quando ela volta para você. É preciso estar sempre atento às oportunidades do sucesso. O público é o meu maior patrão, resolve o que vai ser feito da minha vida. Na verdade, eles não sabem disso, mas o público é o responsável por tudo. Se o sucesso acontece é porque tem um público ali na frente que quer ver você.

E o que é que se manteve da Ana Carolina menina?
A força trabalhadora para o artesanato. Temos de ter bastante esperança, não podemos desistir. [Winston] Churchill tem uma frase maravilhosa que diz assim: “De fracasso em fracasso você chega ao sucesso”. Isto significa que não nos devemos importar com todas as coisas que se atravessam no caminho e que nem sempre são fáceis, nem boas.

Em algum momento sentiu o fracasso?
Eu acho que... houve um disco que não correu muito bem, o disco de estúdio “Dois Quartos”. De todos os meus álbuns e de toda a minha história, foi o mais complicado, não foi uma coisa que toda a gente amou. Mas a situação reverteu-se com o “Dois Quartos ao Vivo”, que toda a gente gostou. Devia ter feito logo ao vivo (risos).

No início da carreira, teve consciência do seu rápido sucesso?
Eu tomei um susto muito grande. Garota, vinda de fora, de Minas Gerais, fiz um programa de televisão e entendi que as pessoas me iam conhecer. Mas a primeira vez que alguém falou “Vi-te num programa, dá-me um autógrafo”, eu apanhei um susto. Parece bobagem estar a falar disto assim, porque já estou acostumada. Mas com 24 anos não tinha noção e comecei a fazer terapia. Hoje completo dez anos de carreira e dez anos de terapia (risos).

Sentia-se incomodada com a fama?
Um pouquinho. Quando saía para comer alguma coisa, entre uma garfada e outra tinha de tirar umas fotos... Achava bom, mas em alguns momentos perdia a privacidade.

E como é que aprendeu a lidar com as polémicas, sobretudo quando assumiu a sua bissexualidade?
É engraçado que quando saiu essa revista com essa entrevista, um conhecido chegou ao pé de mim e falou assim: “Você gosta de homem também?”. Foi bom porque ficou logo claro para todo o mundo. As pessoas têm o hábito de se focarem só na arte, de não falarem da vida pessoal. Mas eu não tenho o menor problema com isso, não sofro com o facto de obter uma resposta positiva ou negativa. Para dizer a verdade, depois de ter dito isso, os shows continuaram lotados e os discos continuaram a vender-se. No fundo, no fundo, eu consegui provar uma coisa: as pessoas estão é interessadas na música. Há pessoas que se escondem por medo de serem atingidas de alguma maneira, mas eu demonstrei que não. É importante que uma personalidade diga o que pensa, principalmente sobre os tabus da sexualidade, que ainda existem aqui no Brasil claramente. Acho que dou força para que algumas pessoas possam viver de uma maneira mais livre e aberta em relação à sua sexualidade.

Se pudesse pô-los numa balança, quais dos dois lados pesaria mais: o de intérprete ou o de compositora?
Eu componho muito, mas a minha maior felicidade é quando outra pessoa canta, porque aquilo passa da cantautora. É muito provável que eu faça uma canção e a cante, mas quando a dou a alguém consigo acertar um alvo diferente e fico muito realizada. Como cantora eu gosto muito de fazer shows, mais do que ficar no estúdio. O palco é o lugar onde me sinto mais à vontade. É uma coisa de verdade, quando começa o show, os erros têm de ser perdoados, os apertos aplaudidos... é um risco e eu gosto de correr esse risco. Mas o que eu gosto mais de fazer é mesmo compor.

Deseja acabar a vida a compor?
A compor, sempre.

Além da música, até onde vai a sua ambição?
Quero lançar outros artistas pelo meu selo [editora].

E para quando um regresso a Portugal?
No máximo até Junho, com muito prazer!

Fonte: Jornal Metro (Portugal)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ana Carolina: 'Quero pegar o Jesus'



Rio - A cantora Ana Carolina foi assistir aos desfiles das Escolas de Samba pela segunda vez no camarote da Brahma. Torcedora da Beija-Flor, a cantora disse que vai esperar o desfile da Azul e Branca, que é o último deste domingo. Ao saber que Madonna estará no camarote da cervejaria, a cantora disparou: "Nem sabia que ela viria, mas agora que sei quero mesmo é pegar o Jesus", disse se referindo ao namorado da diva.

Fonte: O Dia